Essas famílias tiveram suas casas demolidas de forma brutal. de acordo com o relato dessas famílias. Total crueldade e desrespeito aos direitos humanos.
Não estou a par do processo. Como disse, estou me manifestando apenas baseado no que vi e ouvi ontem na TV.
Porém, é inconcebível que a Prefeitura do Rio de Janeiro, tendo a frente o Prefeito Eduardo Paes, o qual me parece estar tentando melhorar a nossas cidade, embora não tenha votado nele,
deixar que seus assessores ajam de forma tão cruel e violenta, como se estivessem tratando com animais ou marginais.
Segundo um dos advogados que reside próximo ao local onde ocorreu a violência, a lei de proteção ambiental só entrou em vigor muito tempo depois que as famílias já estavam instaladas no local. E até mesmo, em se tratando de uma canal, que não passa de um receptor de esgoto. É um canal e não um rio. Portanto, parafraseando o citado advogado, não se trata de local de proteção ambiental.
Como é que você chega numa residência as 6:30 da manhã, arrombando as portas das casas. revirando os pertences e alimentos dos moradores, inclusive, como declarou uma das vítimas, comendo a refeição que ela preparava para seus filhos. Deixando de lado o respeito pela vida humana de crianças e pessoas idosas, sob a alegação de que o processo de desapropriação já estava em andamento desde 2005.
Não interessa! Nem interessa o que a justiça mandou executar! Vai ver, o juiz ou juíza que assinou essa demolição, nem se deu ao trabalho de ler todo o processo, ou o processo não continha todos os documentos necessários para a apuração de todos os fatos.
Um verdadeiro absurdo o que fizeram com essas famílias!
O Sr. Prefeito Eduardo Paes, tem a obrigação e o dever de tomar esse caso a frente, urgentemente, e pessoalmente apurar tal violência que só se vê em regime ditatorial de força.
E olha só: Essa turma na Prefeitura que se dizia estar cumprindo a lei, teve muita sorte pois se um dos moradores estivesse armado e decidisse reagir, teríamos tido uma tragédia. O que não é impossível de acontecer em uma outra incursão desastrosa desse tipo.
Na verdade, a tragédia ficou com os moradores que tiveram suas casas destruidas com seus pertences dentro, sem tempo hábil para retira-los.
Uma turma de covardes, vândalos, que mais parecem marginais agindo em nome da lei.
Pouco tempo atras, tivemos um caso onde o dito presidente da massa falida de uma tal empresa chama Desenvolvimento, resolveu fechar uma passagem que liga a Rua Mario Covas Jr. a rua Coronel Malta Resende, por onde centenas de pessoas passavam diariamente. Segundo consta, essa área, que não é edificável, pertence à massa falida da desenvolvimento. Ela já deveria ter sido desapropriada pela Prefeitura pois o imposto referente a essa área não é pago há 15 anos. Onde está a Prefeitura numa hora dessas?
Cuidado, Prefeito. Não manche a sua imagem que vem sendo tão aplaudida, sem se inteirar devidamente dos atos desses seus auxiliares trogloditas.
O ocorrido foi mais do que lamentável. Foi revoltante e repugnante.
Como cidadão e contribuinte, exijo não somente suas explicações mas as reparações e compensações do mal que causaram a essas famílias.
Raul Nobre
É um livro moderno e bastante peculiar, pois mostra a forma diferente falada pelo americano no dia-a-dia. Trata-se de estrutura equivalente e não ao pé da letra, idiomáticas, uso diferente de preposições, provérbios mais usados, etc.
É a história de um jovem obcecado pela arte que quer se casar com uma mulher que seja uma verdadeira escultura. Não conseguindo encontrar uma mulher perfeita, resolve encomendar uma. Para isso, ele coloca em ação planos muito loucos.
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